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GET
API de parceiro. Este endpoint é destinado a integradores de plataforma. Clientes padrão do Fire não têm acesso direto — entre em contato com seu account manager se precisar desta integração.
Retorna o contexto fiscal consolidado de um pedido específico — os dados que seu point-of-sale ou backoffice renderizaria em um recibo/nota fiscal impresso ou digital. Expõe:
  • Contexto do emissor — entidade legal, gov ID, info de loja, inscrição estadual
  • Referências fiscais por país — chave de acesso, CUFE, clave de acceso, CAE, folio, etc., conforme país
  • Contexto do comprador — destinatário, com flag de anônimo/consumidor final
  • Resumo do pedido — código, status, dia de negócio
Endpoint somente leitura. Sem side effects.

Duas versões, as duas vivas

Mesmo caminho, mesma autenticação, mesmos parâmetros. O que muda é a resposta:
A v1 não se mexeu e não vai se mexer. Se a sua integração já a consome, você não precisa fazer nada: os mesmos campos e os mesmos valores de sempre.A v2 existe porque uma das mudanças não é aditivaambiente é o mesmo campo com outro valor— e mudá-lo na v1 tiraria o dado debaixo dos pés de um caixa já integrado. Não há data de descontinuação para a v1.
O que a v2 acrescenta, e por que pode te importar:
  • fiscalRepresentation — o documento tal como foi numerado, com o seu histórico. É o que torna imprimível uma nota de crédito: traz compensates (qual nota anula, com o motivo já redigido) e essa nota inteira em history. Na v1 essa informação não existe.
  • Rótulos resolvidosFACTURA, NOTA DE CREDITO RIDE, EMISION NORMAL, PRODUCCION: os códigos do órgão já traduzidos, para que você não carregue a tabela dele dentro do seu POS.
  • A data de emissão (issuedAt) do comprovante, que a v1 não expõe.
Todo o resto —emissor, loja, comprador, pedido— é idêntico nas duas.

Autenticação

string
obrigatório
Sua API key do Fire com scope orders:read. Vendor-scoped: a API key deve pertencer ao mesmo vendor dono da loja/pedido.

Path parameters

string
obrigatório
Qualquer uma das três referências públicas do pedido:Não precisa traduzir: use o id que você já conhece.

Query parameters

O vendor é resolvido a partir da sua API key (vendor-scoped). O parâmetro vendorId foi removido — se enviado, é ignorado.

Resposta

object
Referências fiscais comuns do documento, independente do país.
object
Referências do documento específicas por país. O formato varia conforme fiscal.countryCode. Exemplos:
  • BR: chaveAcesso (44 dígitos), serie, serialNumber
  • CO: cufe, prefijo, numeroDian
  • EC: numeroComprobante, claveAcceso (49 dígitos), numeroAutorizacion, ambiente
  • CL: folio, ted, tipoDte, trackId
  • AR: cae, fechaVtoCae, puntoVenta, numeroComprobante, tipoComprobante
  • VE: numeroControl, numeroFactura, rifEmisor
Só na v2: os valores vêm traduzidos, não no código do órgão. No Equador o provedor manda ambiente: "2" —é assim que o SRI define— e na v2 chega "PRODUCCION", que é o que vai impresso. Na v1 esse campo continua trazendo "2", sem mudanças. É o mesmo critério da numeração fiscal: traduzir isso do lado do ponto de venda significaria que cada integrador carrega a sua cópia da tabela do órgão, e o primeiro que a copiar errado imprime “PRUEBAS” numa nota de produção.Um país sem tabela de rótulos devolve os seus valores tal como vieram.
object
Só na v2. O documento tal como foi numerado, com o seu histórico e os rótulos já resolvidos. Na v1 esta chave não existe.Dentro da v2, aparece somente quando a venda passou pelo Fiscal Gateway. Se o comércio fiscaliza apenas por callback —Brasil, agregadores, ou o gateway desativado— a chave não vem na resposta. Não chega como null: não está lá.É o mesmo formato que viaja em data.fiscalRepresentation dos eventos, então quem aprende a ler um lê o outro.
Por que está separado de fiscal. Respondem perguntas diferentes: fiscal é o documento com o veredito do órgão por cima —estado, protocolo, data de autorização— e muda quando o órgão responde. Este outro é o que foi impresso no caixa e não muda nunca.Quando o SRI autoriza, fiscal.status passa a authorized e aparecem o PDF e o XML, mas o número do comprovante continua o mesmo. São dois fatos, não duas versões do mesmo.
object | null
Entidade legal que emite o documento.
object | null
Info a nível de loja para o cabeçalho impresso.
object
Destinatário do documento.
object
Contexto mínimo do pedido para cross-reference.
O que muda ao imprimir na Colômbia, em relação ao exemplo do Equador acima:
  • graphic é null. O QR é a URL do catálogo da DIAN e trafega em countryData.qrCode. No Equador o QR deriva da chave de acesso e por isso é entregue à parte; aqui já chega resolvido, e duplicá-lo daria duas cópias que podem divergir.
  • Os rótulos são os da DIAN: FACTURA ELECTRONICA DE VENTA em vez de FACTURA, e VALIDACION PREVIA em vez de EMISION NORMAL.
  • ambiente chega traduzido igual ao Equador, mas atenção ao código de origem: a DIAN usa 1 para produção e o SRI usa para homologação. O Fire resolve isso, e por isso os dois leem PRODUCCION aqui.
  • authorizationProtocol leva o CUFE, que é o que identifica o documento perante o órgão — o equivalente da chave de acesso equatoriana.
Os blocos store, company e order não mudam por país, então são omitidos aqui e valem os do exemplo do Equador.

Padrões comuns

  • Fetch no momento da impressão. Chame este endpoint na hora de imprimir/renderizar e persista a resposta se precisar de artefatos duráveis — pdfUrl e xmlUrl podem ser URLs assinadas que expiram.
  • Flag de consumidor final. Sempre verifique buyer.isFinalConsumer antes de renderizar detalhes do comprador. Para consumidores anônimos em BR, govIdNumber é "00000000000" e os outros campos do comprador são null.
  • UI específica por país. Use fiscal.countryCode para despachar para o template de renderização correto — DANFCE para BR NFC-e, estilo DIAN para CO, SRI para EC, etc.

Relacionado

Evento order.completed

O snapshot completo do pedido — muito mais rico que fiscal-print, usado para integrações não-print.

Evento order.invoiced

Apenas Brasil — dispara quando a SEFAZ autoriza; carrega as mesmas referências fiscais.

Callback fiscal

O endpoint inbound que seu provedor fiscal usa para atualizar o estado fiscal.