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Em breve. O PayBridge ainda não está disponível. Este guia antecipa como vai funcionar; as telas que ele descreve podem ainda não estar habilitadas no seu backoffice.
Além de decidir onde um método está ligado (Disponibilidade), no PayBridge você define com quais dados ele opera. Esses dados —credenciais, identificadores e demais campos— são salvos por nível, combinados do geral ao específico, e são o que o Fire mantém sincronizado com a DSI para que depois cada cobrança viaje leve.
Os valores se combinam do geral ao específico: Geral (método) → Marca → Loja → Dispositivo. O nível mais específico vence por chave; o que um nível não define é herdado do de cima.

Pré-requisitos

  • Acesso ao backoffice do Fire em app.fire.rest, com permissões sobre a conta.
  • País, conta e marca selecionados no seletor de contexto.

1. Abra a aba Configuração

Vá em PayBridge → Métodos de pagamento, abra um método e vá até a aba Configuração. A tela é um master-detail: à esquerda a árvore de níveis, à direita o objeto de configuração do nível selecionado.
Aba Configuração com árvore de níveis e objeto efetivo

2. Escolha um nível

Na árvore à esquerda selecione o nível que deseja ver ou editar:
  • Marca — vale para todas as lojas da marca.
  • Loja — expanda a marca para ver suas lojas.
  • Dispositivo — expanda uma loja para ver seus terminais POS e quiosques.
Cada nível mostra um contador com a quantidade de campos próprios definidos.
Árvore de níveis com contadores de campos por nível

3. Leia o objeto efetivo

À direita é exibido o objeto efetivo do nível selecionado: seus campos próprios mais os que herda dos níveis superiores. Há duas visões:
  • Cliente — lista legível: cada campo indica de qual nível vem e, se sobrescreve um nível superior, sinaliza.
  • Desenvolvedor — o objeto JSON como está, pronto para o runtime.
Use o ícone de olho para mostrar ou ocultar os valores marcados como secretos.
Painel direito com as visões Cliente e Desenvolvedor do objeto efetivo

4. Adicione ou edite campos

Clique em Configurar campos… para abrir o editor do nível. Para cada campo você define:
  • Chave — o identificador (por exemplo merchant_id).
  • Tipo — Texto, Número, Booleano ou JSON.
  • Valor — o conteúdo do campo.
  • Descrição (opcional) — para que serve o campo.
  • Secreto — se o valor deve ser exibido mascarado (credenciais).
Editor de campos com chave, tipo, valor, descrição e switch secreto
O lado direito do editor mostra ao vivo como fica a configuração efetiva antes de salvar.

5. Salve

Clique em Salvar alterações. O sistema registra a data e o usuário que atualizou cada campo modificado. Os valores do nível são refletidos imediatamente no objeto efetivo.
Configuração salva com a marca de última atualização

Como esta configuração é usada

O PayBridge e a DSI trabalham em dois planos separados:
  1. Plano de configuração. O Fire é a fonte de verdade e sincroniza esta configuração com a DSI de forma antecipada: quando você altera um campo, um método ou um canal, o Fire atualiza na DSI a configuração do merchant (métodos habilitados, lojas, terminais e credenciais). Assim a DSI já conhece o merchant antes de qualquer cobrança.
  2. Plano de transação. Ao realizar um pagamento, como a DSI já tem a configuração, o payload que o Fire envia é lean (pedido, valor, método, referência). Não é preciso enriquecer a solicitação com esses campos a cada pagamento.
Por isso o que você define aqui importa: é o que o Fire mantém sincronizado com a DSI para que as cobranças sejam simples e consistentes.
O objeto efetivo que você vê à direita é exatamente o que é sincronizado para aquele escopo (marca, loja ou dispositivo).

Relacionado

Disponibilidade de métodos

Decida onde o método está ligado e em quais canais.

Métodos suportados por país

Os métodos que o PayBridge contempla em cada país.